Pular para o conteúdo principal

Pelo Interfone (Cicero)



Fala pra ele
Que ele é um sonho bom
Que mudou o tom
Da tua vida
Comprida

Fala pra ele
Do disco do tom jobim
Do seu apelido e de mim
E chora

Ah, dindi
Se tu soubesses como machuca
Não amaria mais ninguém

Fala pra ele
Que a vida é um balão
Pra cuidar do seu coração
E chora

_ pra onde elas vão?
_ embora...

Ah, dindi
Se tu soubesses como machuca
Não amaria mais ninguém

Ah, dindi
Se tu soubesses
Ah, se tu soubesses
Não contaria pra ninguém

Fala pra ele o que nunca falou pra ninguém
Pra ele também.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Voa Pássaro, voa!

Voa pássaro, voa. Voa e vá ao encontro de sua liberdade. Voa pássaro, voa. Voa e esquece o passado. Voa e segue em frente. Voa e ama. Voa pássaro, voa. Voa e entoa a canção apaixonada. Voa e sê forte. Voa cada vez mais alto. Voa pássaro, voa. Voa e vive. Voa e vá em busca dos teus sonhos. Voa e ama mais. Voa pássaro, voa. Voa e esquece. Voa e ama. Voa e vive. Vá, voa e entoa a nossa canção: Liberdade!

Boca Que Amo

S ão estes olhos teus que me guiam, É esta boca tua que eu chamo. Quanto tempo já se passou desde o primeiro beijo dado?! Quanta coisa já mudou desde que você virou meu namorado?! Teus beijos e teus abraços, carícias que não esqueço. Nosso mundo, nossos espaços, diferenças que agora conheço. S ão estes olhos teus que me alegram, É esta boca tua que eu amo. Dias e noites, girando sem parar, entre quatro paredes na roda gigante. Anoitecendo e amanhecendo, tudo fora de lugar, entre lençóis e rodas tudo gira ofegante. Meus pensamentos que em ti ficam não disfarçam o que estou sentindo. A tua boca e a minha se beijam com a doçura daquilo que estou omitindo. A quanto tempo te conheço?! A quanto tempo juntos estamos?! Com o teu corpo eu me aqueço, com a loucura nos amamos. S ão estes olhos teus que me guiam. É esta boca tua que eu amo. Mariana Lohmann (03/03/2004) *Bom, um poeminha bestinha pra relembrar o início dos meus 18 anos. (Sim, 18!) E is...

Amores do silêncio

Um amor doente e desmedido Cheio de mágoas e feridas jamais esquecidas Talvez o silêncio alivie Talvez o tempo pacifique... Um amor novo e intenso Nasceu num coração já cheio de amor E esse silêncio que distancia E esse tempo que distraí Amor é cultivo, é doar-se Amor cultivado é amor que prende sem se querer Amor novo é frágil e precisa de cuidados São dois amores e eu aqui no silêncio... E eu aqui só e só nesse silêncio Espero o tempo passar... Mariana Lohmann (14/02/2015)