Pular para o conteúdo principal

Cheguei a Acreditar...

Eu te dei meu coração e você o comeu...
Me senti perdida, triste e a tua espera
Mas você não veio.
Eu te dei meu coração e você o bateu...
Me senti esquecida, dolorida e estranha
Mas você não notou.
Eu te dei me coração e você o perdeu...
Me senti moída, apagada e ainda a te esperar
Mas você não me quis.

O que aconteceu foi tão intenso...
Foi tudo tão bonito e rápido
Que cheguei a acreditar
que pudesses um dia me querer...
O que aconteceu foi tão mágico...
Foi tudo tão perfeito e maravilhoso
Que cheguei a acreditar
que eu pudesse te amar...

Eu te dei meu coração e você o guardou...
Me senti largada, jogada e a deriva
Mas você não me salvou.
Eu te dei meu coração e você o esmagou...
Me senti apertada, espremida e a tua procura
Mas você não ligou.
Eu te dei meu coração e você o matou...
Me senti amarrada, desfalecida e ainda a te amar
Mas você não me esperou.

O que aconteceu?
Eu me perdi,
Me vi a te amar.
E agora vou morrendo aos pouquinhos
Te vendo longe
E me fazendo chorar.

Mariana Lohmann (04/09/2011)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Minha Vida (Rita Lee - versão de "In My Life" de The Beatles)

Tem lugares que me lembram Minha vida, por onde andei As histórias, os caminhos O destino que eu mudei... Cenas do meu filme Em branco e preto Que o vento levou E o tempo traz Entre todos os amores E amigos De você me lembro mais... Tem pessoas que a gente Não esquece, nem se esquecer O primeiro namorado Uma estrela da TV Personagens do meu livro De memórias Que um dia rasguei Do meu cartaz Entre todas as novelas E romances De você me lembro mais... Desenhos que a vida vai fazendo Desbotam alguns, uns ficam iguais Entre corações que tenho tatuados De você me lembro mais De você, não esqueço jamais...

Família

Família... Quem de fato é nossa família? Muitas vezes quem tem nosso sangue nem sempre podemos considerar nossa família. Hoje fui no velório de uma tia "emprestada", que há muito tempo eu não convivia. A parte mais louca dessa história toda é que ela era irmã de um falecido ex-padrasto ao qual eu não gostava nada. Então me pego pensando que tive mais contato com ela, e os parentes que vim a conhecer desse ex-padrasto, que com meus parentes por parte de pai. Aliás, mais contato com eles que com o meu próprio pai. Da família "Cunha da Silva" eu mantenho contato com a filha dessa tia, a Cibele, de apelido Bebê, a quem tenho por prima desde que a conheci, e que me reconhece assim também, mesmo sabendo que de fato quem é primo dela é meu irmão. E tenho como irmã a filha mais nova do meu ex-padrasto, a Michele. Ambas são parte importante da minha existência, muito mais que alguns irmãos (ou meio irmãos) que tenho. Ainda que eu seja uma pessoa um pouco distante das pessoas...

Dia dos Namorados

Quem me conhece sabe o valor que dou a datas comemorativas, mesmo sabendo que são essencialmente datas comerciais que o único intuito é incentivar o consumismo. Ainda sim são datas que mexem com meu emocional. E refletindo sobre a data de hoje e tudo que ela representa, me deparo com a realidade de estar cada ano mais solitária e sem perspectiva de encontrar alguém que faça valer a pena. Quando eu era mais nova eu fazia um drama nos dias anteriores e sofria por passar essa data solteira, ainda mais com a aproximação do inverno... Ainda sim quando a data finalizava, eu já nem dava bola e a sofrência ia embora. Hoje sinto que a frustração das datas passadas em que eu estava namorando, mas que foram imensamente mais tristes que as datas em que eu passei solteira, tomou conta de mim. Hoje estou frustrada, deprimida e desacreditada nos relacionamentos... Uma data triste e solitária... No fim das contas a minha incap...