Pular para o conteúdo principal

Sei (Nando Reis)



Sabe, quando a gente tem vontade de contar
A novidade de uma pessoa
Quando o tempo passa rápido
Quando você está ao lado dessa pessoa
Quando dá vontade de ficar nos braços dela
E nunca mais sair

Sabe, quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
E o beijo esperado ainda está molhado
E guardado ali
Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo e muito
Os lábios desejados da sua pessoa
Quando quer que acabe logo a viagem
Que levou ela pra longe daqui

Sabe, quando passa a nuvem brasa
Abre o corpo, sopro do ar que traz essa pessoa
Quando quer ali deitar, se alimentar
E entregar seu corpo pra pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui

Sabe, quando a felicidade invade,
Quando pensa na imagem da pessoa.
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa.
E o beijo esperado ainda está molhado
E guardado ali,
Em sua boca.
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo e muito
Os lábios desejados da sua pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui

Sei,
Eu sei.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Toda Relação é Uma Transformação

É muito louco como a gente sempre sabe quando uma relação chega ao fim, né?! Às vezes, não queremos acreditar e lutamos contra a separação. Outras vezes aceitamos e rompemos, porque é isso que precisa ser feito, buscando encarar a nova realidade com todos os seus alívios e suas dores. Algumas vezes, temos que lidar com a descrença do outro quanto ao fim, nem sempre é fácil aceitar o fim. E tem aquelas vezes que a gente só deixa morrer... Vai deixando... Vai deixando... Vai esfriando... E vai morrendo junto aos pouquinhos...  Vai permitindo que o silêncio preencha o espaço das discussões - já não vale mais a pena discutir! Vai se calando perante aos desconfortos, vai ignorando aquilo que não nos agrada mais, porque já não vale mais a pena insistir! Às vezes é um detalhe que pretende, um medo de perder a amizade, um medo de perder o conforto da relação estável, um medo de começar de novo, tudo do zero outra vez! Às vezes é um filho que segura, às vezes é uma dívida (ou melhor, várias...

Voa Pássaro, voa!

Voa pássaro, voa. Voa e vá ao encontro de sua liberdade. Voa pássaro, voa. Voa e esquece o passado. Voa e segue em frente. Voa e ama. Voa pássaro, voa. Voa e entoa a canção apaixonada. Voa e sê forte. Voa cada vez mais alto. Voa pássaro, voa. Voa e vive. Voa e vá em busca dos teus sonhos. Voa e ama mais. Voa pássaro, voa. Voa e esquece. Voa e ama. Voa e vive. Vá, voa e entoa a nossa canção: Liberdade!

Boca Que Amo

S ão estes olhos teus que me guiam, É esta boca tua que eu chamo. Quanto tempo já se passou desde o primeiro beijo dado?! Quanta coisa já mudou desde que você virou meu namorado?! Teus beijos e teus abraços, carícias que não esqueço. Nosso mundo, nossos espaços, diferenças que agora conheço. S ão estes olhos teus que me alegram, É esta boca tua que eu amo. Dias e noites, girando sem parar, entre quatro paredes na roda gigante. Anoitecendo e amanhecendo, tudo fora de lugar, entre lençóis e rodas tudo gira ofegante. Meus pensamentos que em ti ficam não disfarçam o que estou sentindo. A tua boca e a minha se beijam com a doçura daquilo que estou omitindo. A quanto tempo te conheço?! A quanto tempo juntos estamos?! Com o teu corpo eu me aqueço, com a loucura nos amamos. S ão estes olhos teus que me guiam. É esta boca tua que eu amo. Mariana Lohmann (03/03/2004) *Bom, um poeminha bestinha pra relembrar o início dos meus 18 anos. (Sim, 18!) E is...